Bolsonarismo vive “tempestade perfeita” em apenas seis meses de Lula

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Jair Bolsonaro e Lula. Foto: Reprodução

Por Ricardo Noblat e Evandro Éboli

A semana se encerrou com um balaio de notícias ruins para o bolsonarismo. Um acúmulo de fatos negativos cria para o movimento da direita e extrema direita a sensação da “tempestade perfeita”, ou seja, de proximidade com o fundo do poço.

Do outro lado, Lula e seu governo respiram aliviados com notícias boas para seu lado e notícias ruins para o segmento adversário.

Os pontos positivos para Planalto inclui o que de ruim ocorreu para o legado de Jair Bolsonaro.

É só listar os fatos: a agência Stand & Poors melhora a avaliação do Brasil pela primeira vez, desde 2019; economia segue com bons indicadores; sinalização de queda de juros na semana que vem; nome de Cristiano Zanin bem encaminhado no Senado; e Lula encerra a sexta com um encontro que parece “bandeira branca”, de ambos, na relação com Arthur Lira, constrangido por ter gente próxima encalacrada com acusação de corrupção.

Agora, as notícias boas para Lula graças às notícias ruins para Bolsonaro: o ex-presidente deve se tornar inelegível semana que vem; senador ligado ao ex-presidente foi alvo de operação da Polícia Federal e está todo enrolado; revelações da PF mostram um plano de golpe arquitetado por gente muito próxima ao ex-presidente; e uma CPMI que promete “estrangular” ainda mais os seus aliados.

Se o pior dos problemas para o petista é rearranjar seu ministério, sem entregar os dedos, o segundo semestre promete para o petista.

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