‘Minha família está no Brasil, mas minha casa é aqui’, diz paraibana que prefere ficar em Israel

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Mariana Amorim. foto: reprodução

Aos 17 anos, Mariana Amorim tomou a decisão de ir morar em Israel para estudar. Hoje, aos 21, a paraibana decidiu permanecer no país, mesmo com a guerra que está em andamento. Esta reportagem conversou com a jovem, que relatou os momentos vividos durante os ataques do grupo terrorista Hamas, no último sábado (7).

Mariana, que é natural de Campina Grande, no Agreste da Paraíba, revela que não procurou a embaixada brasileira em Israel para retornar ao Brasil. A decisão de ficar no país se deu por motivos religiosos. “Sabemos que o Brasil está providenciando aviões para brasileiros. [Decidi ficar] porque sou judia. Minha família está no Brasil, mas minha casa é aqui.”, afirmou.

Mariana contou que no sábado, durante os ataques, foi difícil entender o que estava acontecendo, por se tratar de um dia sagrado para os árabes. “Na manhã de sábado acordei com os mísseis e foi aterrorizante. Ao decorrer do dia, eu assisti meus amigos e conhecidos, todos serem convocados para o exército. Sábado é um dia sagrado para o judaísmo, então estávamos sem celular, sem saber direito o que estava acontecendo.”, conta.

A jovem relava que não estava em Jerusalém durante o bombardeio, mas mesmo após os ataques, decidiu voltar à cidade. “Eu estava em outra cidade. Graças a Deus consegui voltar para Jerusalém. Os alarmes e sirenes de mísseis soaram muitas vezes. Nosso emocional está muito abalado.

Segundo a jovem, a ordem é não sair de casa. Os únicos autorizados são os voluntários que se deslocam para levar mantimentos. “A situação como um todo é tensa, estamos rezando muito. É a única coisa que podemos fazer daqui.

por t5

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