Além deles, seis militares suspeitos de participação direta no furto do armamento tiveram a prisão preventiva solicitada pelo Comando Militar do Sudeste. Até o momento, 17 metralhadoras foram recuperadas – oito no Rio de Janeiro e nove no interior de São Paulo.
Os militares investigados criminalmente já tiveram seus sigilos bancário, telefônico e telemático quebrados pela Justiça Militar e podem pegar até 27 anos de prisão, segundo especialistas. Eles ficaram aquartelados com os demais integrantes do Arsenal de Guerra desde a descoberta do furto das armas, em 10 de outubro, mas foram liberados no início da semana com os demais militares.
Já os 19 militares que foram presos administrativamente não tiveram participação direta no crime, mas foram punidos disciplinarmente por “falha de conduta” ou “erro de procedimento” no controle e na fiscalização do armamento, o que teria facilitado o furto das metralhadoras. Eles ficarão presos no quartel de 1 a 20 dias.