Vídeo: veja como foi o casamento de Silvio Santos e Íris Abravanel
Silvio Santos e Íris Abravanel
Após a morte de Silvio Santos, no último sábado (17/8), o vídeo do casamento do apresentador com Íris Abravanel, com quem oficializou a união em 1981, voltou a viralizar nas redes sociais. Publicado há oito anos, o casal contou com a participação da mãe do Dono do Baú, Rebecca Caro Abravanel, e dos pais da esposa, Maria Paladino Pássaro e Genaro Rubens Pássaro.
Cintia e Silvia, filhas do primeiro casamento de Silvio, estavam presentes na celebração, que aconteceu no bairro do Ibirapuera, em São Paulo. Além delas, Daniela Beyruti, Patrícia e Rebeca, herdeiras do casal. A caçula, Renata, nasceu quatro anos depois, em 1985.
O juiz Humberto Valente foi o responsável por conduzir o casamento e fez a tradicional pergunta: “É de livre e espontânea vontade que Senor Abravanel aceita se casar com Iris Pássaro?”. Ao invés do “sim”, o casal responde “é”. Silvio Santos ainda brincou com as testemunhas e a câmera. Confira:
Silvio Santos: cemitério reforça segurança e barra visitas ao túmulo
O Cemitério Israelita do Butantã, em São Paulo, reforçou a segurança após o enterro do apresentador Silvio Santos, no último domingo (18/8). O lugar não tem acesso liberado ao público e apenas seguidores da religião judaica podem entrar.
De acordo com o jornal O Globo, o cemitério reforçou o controle de acesso ao local, e até pessoas da comunidade judaica precisam provar que seguem a religião para entrar no local.
Rito judaico
Na tradição judaica, o enterro do corpo é feito sem ostentação. Segundo a Congregação Israelita Paulista, o objetivo é “frisar a igualdade de todos os seres humanos em sua morada final”. Assim, o enterro ocorre sem enfeites ou flores.
Ainda conforme a CIP, os judeus não cultuam os mortos. Assim, para evitar a idolatria, o local do sepultamento de Moisés é desconhecido.
Também não há o costume de exibição do morto em caixão aberto. Pela tradição judaica, a exibição do morto é considerada um “desrespeito ao falecido”, conforme cartilha do Cemitério Israelita de São Paulo. Assim que a morte é constatada, o corpo deve ser coberto por um lençol.
O corpo é sepultado ainda com uma mortalha branca e simples. Outra tradição é a de lavar o corpo antes do enterro. O ritual simboliza a purificação e uma homenagem prestada ao falecido.