Secretário do Ministério da Justiça diz que órgãos de inteligência não indicaram ação do PCC pró-Boulos

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Guilherme Boulos (PSOL) durante o comício na zona sul da cidade aberto com o Hino Nacional cantado com trecho em linguagem neutra - Adriano Vizoni - 24.ago.2024/Folhapress

O secretário Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Mário Luiz Sarrubbo, diz que os serviços de inteligência do governo federal não receberam nenhuma informação a respeito de uma suposta orientação do PCC (Primeiro Comando da Capital) para voto em Guilherme Boulos (PSOL) nas eleições.

Um homem de terno escuro e gravata amarela está sentado em um sofá, olhando para alguém fora do quadro. Ele parece estar em uma conversa ou entrevista. Ao fundo, há uma parede decorada com arte abstrata em tons de marrom e vermelho. Uma pessoa está segurando um celular, gravando a conversa.
O secretário nacional de Segurança Pública, Mário Luiz Sarrubbo – Karime Xavier/Folhapress/Karime Xavier/Folhapress

A acusação de que haveria uma articulação da organização criminosa em prol do psolista foi feita no domingo (27) pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A campanha de Boulos rechaçou a suspeita e prometeu processar o chefe do Executivo paulista.

Sarrubbo afirmou que nada neste sentido foi detectado, nem em São Paulo, nem em outra capital.

“A inteligência do governo federal não indicou nenhuma orientação de facções criminosas para votação em candidatos nas capitais nesse segundo turno”, afirmou ao Painel. Nada foi compartilhado pelo governo estadual também, disse ele.

Reservadamente, integrantes do governo Lula afirmam que Tarcísio quer criar um fato eleitoral de última hora para ajudar eleitoralmente seu candidato no segundo turno, Ricardo Nunes (MDB), mas sem nenhuma evidência concreta para as acusações.

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