Damares e liberação do jogo: “dilapida patrimônio, arruína a família”

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Damares Alves. Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

Por Ricardo Noblat

O ministério de Damares Alves está em campanha contra a nova ofensiva do Congresso Nacional em tentar aprovar a legalização do jogo no Brasil. O relatório do Grupo de Trabalho da Câmara quer a volta do cassino, do bingo, do jogo do bicho e de outras modalidades de jogatina.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos escalou sua secretária nacional da Família, a também conservadora Angela Gandra Martins, para detonar o projeto que cria o Marco Regulatório dos Jogos. Uma nota técnica desse órgão aponta como efeito negativo e deletério a figura do jogador compulsivo.

“Viciados em jogos não sabem quando parar e, por conta disso, dilapidam patrimônios e arruínam famílias. Em verdade, o vício em jogo gera a degradação moral do cidadão, tornando-o escravo de uma situação da qual é incapaz de sair. O jogador compulsivo causa efeitos nefastos não somente para si mesmo, como também à sua família, prejudicando o desenvolvimento de crianças e jovens”, diz trecho da nota de Angela Gandra, endossada pela ministra.

“O praticante dos jogos de azar perde a noção do valor do trabalho honesto como forma de obtenção de capital”, postula também a nota do governo.

 

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