Zé Felipe teria incentivado denúncia para que filhas não fossem à Copa; entenda

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Zé Felipe // Virginia Fonseca

por Metrópoles

Antes do Conselho Tutelar de Goiânia (GO) investigar as faltas escolares das filhas de Virginia Fonseca, após notificação enviada à escola das menores na quarta-feira (8/4), Zé Felipe havia publicado um vídeo afirmando que daria um basta ao excesso de viagens das crianças.

Segundo o Fofocalizando, do SBT, a publicação do cantor foi pensada para chamar a atenção das autoridades – um último recurso para impedir que Maria Alice e Maria Flor acompanhem a influenciadora nos jogos da Copa do Mundo, nos Estados Unidos.

“Acabou esse negócio de viajar, sem Copa do Mundo, sem viagem, é estudar. Estudar, rotina. ‘Ah, tive que viajar, vou levar pro professor’. Leva, 4 dias no máximo, viaja, volta para a rotina de novo. É assim. Esse negócio de ficar quebrando rotina? Acabou”, declarou o cantor na ocasião.

Segundo o programa do SBT, Virginia e Zé Felipe não teriam chegado a um acordo sobre o assunto. A decisão do artista de levar o assunto para as redes sociais, segundo dizem fontes próximas, teria sido “a única maneira para fazer a influenciadora seguir o que diz a lei”.

Faltas escolares de Virginia e Zé Felipe chamam a atenção do Conselho Tutelar

A quantidade de viagens ao exterior que Virginia Fonseca realizou com os filhos chamou a atenção dos internautas, causou revolta no ex-marido, Zé Felipe, e agora é motivo de atenção do Conselho Tutelar de Goiânia (GO).

Em nota, a equipe dos pais de Maria Alice, 5 anos, e Maria Flor, 3 anos, afirmou que o cantor e a influenciadora “não irão se manifestar sobre o tema”, mas estão “à disposição das autoridades competentes para quaisquer esclarecimentos necessários”.

Consultado pelo Metrópoles, o advogado de família Cesar Maio explica que, se comprovada a persistência das faltas escolares sem justificativas válidas, como por viagens ou compromissos familiares, o ex-casal pode enfrentar consequências jurídicas sérias.

“O mero aviso prévio à escola sobre ‘viagens a lazer’ ou ‘compromissos familiares’ não afasta a ilicitude das faltas se o limite legal for ultrapassado”, diz o especialista. “Os responsáveis podem responder por infração administrativa (art. 249 do ECA), que prevê multa de 3 a 20 salários de referência, dobrada em caso de reincidência. Em situações de descaso extremo, pode-se até configurar o crime de abandono intelectual”, alerta.

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