Alanis Guillen disse que ameaças começaram antes do término e que ex tinha ciúmes de colega
Alanis Guilen (esq.) e Gabriela Medvedovsky (dir.) como Lorena e Juquinha, o casal Loquinha - Beatriz Damy/Divulgação Globo
por coluna outro canal, F5
No pedido de medida protetiva feito à Justiça do Rio de Janeiro por seus advogados, Alanis Guillen contou que os problemas com a produtora Giovanna Reis começaram antes do término do relacionamento entre as duas. Segundo relato da atriz, a ex-namorada tinha ciúmes de Gabriela Medvedovsky, que vive seu par romântico na novela “Três Graças”, da Globo.
A coluna teve acesso ao processo antes de ele entrar em segredo de Justiça, na segunda-feira (4), a pedido de Alanis. Procurada por email e telefone desde domingo (3), Reis afirma que não está autorizada a falar sobre o caso por determinação judicial. A assessoria de imprensa de Alanis não fez comentários até a publicação deste texto.
Segundo o documento, Alanis comentou que amigos já estavam preocupados com ela devido à relação com Reis. As duas teriam tido uma grave discussão por ciúmes durante o Carnaval, em fevereiro, quando a agora ex-namorada da atriz teria feito as primeiras ameaças a ela.
Depois disso, pessoas próximas teriam passado a aconselhar Alanis a terminar a relação e a se afastar de Reis. Ela, no entanto, manteve o relacionamento. De acordo com o relato, a decisão se deu por confiar no que as duas viviam desde 2022.
As crises teriam se intensificado por causa do casal Loquinha, formado pelas personagens Lorena (Alanis) e Juquinha (Gabriela), que faz sucesso na novela das nove da Globo. Reis, segundo relato incluído no processo, começou a criticar o elenco do folhetim, tendo como principal alvo o par romântico da então namorada.
Nas conversas entre o casal, Reis chegava a xingar a colega de trabalho, segundo a atriz. Ela também afirma que recebia reclamações por não desmentir de forma veemente uma relação para além da profissional com Gabriela, já que as duas vinham ganhando uma torcida de fãs nas redes sociais para levarem o namoro das telas para a vida real.
SEM CONTATO
Como antecipado pela coluna no domingo (3), a Justiça do Rio concordou com os advogados de Alanis, que pediram a medida protetiva baseada na Lei Maria da Penha. No despacho, o caso foi considerado compatível com violência psicológica, perseguição e constrangimento indevido.
A Justiça determinou que Reis não mantenha contato com Alanis por nenhum meio de comunicação. Ela deve permanecer a uma distância mínima de 300 metros e não pode fazer comentários públicos sobre a atriz na imprensa ou nas redes socais.
Alanis terminou com Reis após fãs encontrarem postagens de 2012 nas quais ela fazia comentários racistas e homofóbicos. A produtora, que tinha 14 anos na época das publicações, pediu desculpas após a repercussão.