Ato de Lula em Brasília tem homenagem a mortos por violência política

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Lula. Foto: Igo Estrela

Por Luciana Lima e Otávio Augusto

A presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann (PR), iniciou o ato público com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília, dedicando o evento ao tesoureiro do PT de Foz do Iguaçu. Marcelo Arruda foi morto durante sua festa de aniversário de 50 anos, no último sábado (9/7), por um apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL).

No início do evento, Gleisi convocou um minuto de silêncio e citou nomes de outras vítimas do que ela chamou de “violência política”, segundo a petista, do bolsonarismo.

Gleisi citou as mortes de Marielle Franco, de Bruno Pereira, de Dom Phillips, entre outros nomes, enquanto o público gritava “presente”.

Ao falar com a militância, a presidente do PT disse que não é hora de “baixar a cabeça”, mas que é necessário não usar os mesmos métodos do adversário.

“Não vamos abaixar a cabeça. O que nós queremos para o Brasil é que o povo tenha amor e tolerância. Pelo Brasil e pelo povo brasileiro estamos todos presentes”, disse.

O evento ocorreu com uma preocupação extra com a segurança. Minutos antes de Lula entrar no palco, um apoiador que estava na plateia chegou a soltar um artefato sinalizador com fumaça branca e vermelha.

O mestre de cerimônia repreendeu o militante, dizendo que o artefato não poderia ser utilizado de forma alguma dentro do centro de convenções. Algumas pessoas que estavam na plateia chegaram a passar mal, mas foram socorridas pelos bombeiros.

 

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