Nesse sábado (28/1), a PGR defendeu o arquivamento do pedido protocolado pelo grupo Prerrogativas. A resposta enviada ao STF foi assinada pelo subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos.
“Inexistindo, até o presente momento, elementos que indiquem que os deputados apontados na petição tenham concorrido, ainda que por incitação, para os crimes executados no dia 8 de janeiro de 2023, não há justa causa para a instauração de inquérito ou para a inclusão, a princípio, dos parlamentares nos procedimentos investigatórios já instaurados para apurar a autoria dos atos atentatórios”, argumentou o subprocurador.
Na ação, o grupo de advogados enumera condutas que apontam o envolvimento dos parlamentares nos atos que resultaram na invasão das sedes dos Três Poderes. Entre elas, estão publicações nas redes sociais pedindo intervenção militar, atacando decisões do STF e até oferecendo apoio jurídico aos presos.
A ação mirava 11 nomes eleitos para a Câmara dos Deputados. Os advogados apontam que estes parlamentares eleitos e diplomados endossaram os atos:
- André Fernandes (PL-CE)
- Carlos Jordy (PL-RJ)
- Luiz Ovando (PP-MS)
- Marcos Pollon (PL-MS)
- Rafael Tavares (PRTB-MS)
- Rodolfo Nogueira (PL-MS)
- João Henrique Catan (PL-MS)
- Silvia Waiãpi (PL-AP)
- Nikolas Ferreira (PL-MG)
- Sargento Rodrigues (PL-MG)
- Walber Virgolino (PL-PB).