Na manhã da quinta-feira (9/2), o site Metrópoles noticiou que o atual presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, havia sinalizado ao alto escalão do governo que defenderá uma alteração na meta de inflação de 2023.
Segundo fontes da gestão Lula, o executivo indicou que vai propor meta de inflação de 3,5% para este ano. Hoje, a meta estabelecida para 2023 é de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. A mudança seria debatida em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) marcada para 16 de fevereiro.
Padilha também declarou que não pode existir “tabu” para que o presidente do Banco Central preste explicações ao Congresso Nacional sobre a taxa de juros. Segundo ele, o órgão, apesar de autônomo, deve informar a população sobre suas ações.
O ministro ainda ressaltou que o governo não deve interferir na movimentação dos parlamentares para chamá-lo ao Legislativo: “O governo, quando quer conversar com o presidente do Banco Central, o convida, dialoga”, afirmou.