A própria Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que foi chamada para a rodada de conversas pelo Ministério de Portos e Aeroportos, não tem como atuar diretamente para baixar os preços. A legislação veda qualquer interferência nas tarifas.
A Anac deve atuar como uma espécie de mediadora na relação das aéreas com o governo e subsidiar o ministério com sugestões para reduzir o custo das empresas – o que, no limite, pode ajudá-las a reduzir o preço das passagens, dizem integrantes da agência.
A ideia do governo de incrementar o acesso a financiamento pode impulsionar os planos das aéreas de renovarem suas frotas. Com mais aviões e mais oferta de voos, os preços tendem a baixar, segundo executivos das companhias.
Há, porém, um problema na produção de aviões que vem afetando o setor no mundo todo. Por isso, o efeito no mercado brasileiro seria sentido só no médio prazo.