A Beacon não é exceção. Alunos judeus de outras escolas de São Paulo passam também por constrangimentos. Os antissemitas se sentem livres porque estão amparados pelo discurso governamental que compara Israel a Hitler, uma infâmia, e pela imprensa que lhe faz eco, martelando mentirosamente que um “genocídio” está em andamento em Gaza. Tudo isso é uma vergonha.
PS: Depois da publicação deste artigo, a Beacon Scholl divulgou a seguinte nota:
NOTA DE POSICIONAMENTO
São Paulo, 11 de março de 2024
Tão logo tomou conhecimento sobre o episódio de antissemitismo na escola, a Beacon School adotou, imediatamente, uma série de medidas, incluindo o afastamento dos alunos agressores e acolhimento à família afetada.
A Beacon School reitera que repudia veemente toda e qualquer manifestação de ódio e destaca a sua firme posição contra qualquer forma de discriminação, tanto dentro, quanto fora do ambiente escolar, seja ela relacionada à nacionalidade, etnia, religião, raça, gênero ou quaisquer outros aspectos.
A Beacon está investigando cuidadosamente os fatos, para que as sanções sejam aplicadas de forma responsável. Além disso, a escola ampliará o foco, já presente em seu projeto pedagógico, de formação contra qualquer ação discriminatória, envolvendo também as famílias da comunidade escolar e convidando-as a compor um Grupo de Trabalho (GT) com foco em formação de combate ao antissemitismo, a exemplo do que já realiza com o GT antirracista.
A Beacon reitera o compromisso de atuar com celeridade diante de qualquer situação discriminatória, apurando os fatos em detalhe e com firmeza, aplicando as sanções cabíveis, incentivando sempre a reflexão para estimular a aprendizagem com o objetivo de formar cidadãos éticos, conscientes e comprometidos com a construção de uma sociedade mais pacífica e igualitária.
Beacon School