Anestesista que foi preso gravou estupros com o próprio celular
André Carrillo, 32 anos, médico anestesista preso por abuso sexual contra pacientes. Foto: MARCOS PORTO/AGÊNCIA O DIA/AGÊNCIA O DIA/ESTADÃO CONTEÚDO
A Polícia Civil do Rio de Janeiro chegou ao médico anestesista colombiano Andres Carrillo a partir de provas que o profissional produziu contra si mesmo. Ele foi preso, na segunda-feira (16), por abuso sexual contra duas mulheres.
Conforme a investigação, imagens de estupros cometidos por ele, gravados em seu telefone celular, foram localizadas pela Polícia Federal (PF). O material estava no meio de 20 mil arquivos de pornografia infantil de Carrillo. A partir da descoberta, a Polícia Civil fluminense foi acionada.
Com base nos dados das mídias e das informações que incluem data da gravação e local, os policiais identificaram as unidades hospitalares onde ocorreram os dois estupros. Depois, cruzaram informações para chegar às vítimas.
De acordo com a Polícia Civil, um dos casos aconteceu no Hospital Estadual dos Lagos, Nossa Senhora de Nazareth, em Saquarema. O outro no Complexo Hospitalar Universitário Clementino Fraga Filho. A unidade pertence à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os crimes foram praticados em 2020 e 2021.
*AE
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