BBB 26: Sarah Andrade fala sobre erros e diferenças da edição: ‘Tocam em gatilhos difíceis’

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Sarah Andrade no BBB 26 - Manoella Mello - 12.jan.26/Globo

Cinco anos depois do BBB 21, Sarah Andrade voltou à casa mais vigiada do país com a expectativa de viver uma experiência diferente. Saiu, porém, com a certeza de que repetir o passado é impossível —e, segundo ela, esse foi justamente o maior erro de quem entrou no “BBB 26” tentando comparar as edições.

Eliminada na terça-feira (10), com 69,13% dos votos, em um paredão contra Babu e Sol Vega, a brasiliense afirma que decidiu priorizar o coração em vez da estratégia. Ainda assim, diz que a leitura de jogo foi tão difícil quanto na primeira vez.

“Eu fui eu mesma em todas as camadas. Não me arrependo de nada. Paciência se não foi o esperado por todos que estavam assistindo, mas eu teria feito exatamente do mesmo jeito”, declarou após deixar o programa.

Dentro da casa, Sarah integrou um trio com Jonas Sulzbach e Alberto Cowboy, apelidado pelos rivais de “trindade”. O grupo se destacou pelo desempenho nas provas e virou alvo frequente dos adversários. Do outro lado, seus embates mais intensos foram com veteranos experientes, como Ana Paula Renault e Babu Santana.

A rivalidade com Ana Paula, aliás, repercutiu fora do confinamento. Para Sarah, a incompatibilidade era inevitável. “São duas mulheres de temperamento muito forte e maneiras de pensar muito diferentes. Não teria como jogarmos do mesmo lado”, afirmou. Segundo ela, a convivência apenas reforçou que não gostaria de ter a ex-sister como aliada no jogo.

Ao comparar as duas participações, Sarah avalia que a principal diferença está no impacto emocional. “As duas edições foram muito diferentes. As pessoas são diferentes, os enredos, as histórias, tudo. O erro é achar que poderia ser alguma coisa parecida com a edição anterior”, disse.

Ela relata que voltar ao ambiente onde viveu momentos intensos no passado mexeu com questões internas. “Estar numa casa onde você viveu tantos traumas, tantas coisas que tocam em gatilhos seus é muito complicado. Entrar com medos e inseguranças do passado é algo muito delicado de lidar lá dentro. Não só para mim, mas acredito que para todo veterano.”

Apesar da experiência acumulada, Sarah rejeita a ideia de que ex-participantes largam na frente. “Não faz diferença nenhuma. Ser Pipoca, Camarote ou veterano é tudo a mesma coisa”, afirmou. Segundo ela, a única vantagem está em conhecer previamente dinâmicas como o Sincerão e o ritmo das provas —algo que pesa apenas na primeira semana.

Depois disso, diz, o jogo se nivela. “Não tem como entender o que se passa na cabeça das pessoas aqui fora. E lá dentro também é muito difícil fazer essa leitura.”

 

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