Carrões e rolê em Dubai: quem é o acusado de liderar agiotagem do PCC

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Edson Carlos do Nascimento

São Paulo – Principal alvo da Operação Khalifa, do Ministério Público de São Paulo (MPSP), Edson Carlos do Nascimento, o Kaká, é apontado como líder da rede de agiotagem, ligada ao Primeiro Comando da Capital (PCC), que movimentou R$ 20 milhões só no ano passado.

O MPSP afirma que Kaká é um “membro relevante” do PCC na região do Alto Tietê e está envolvido em outras investigações sobre jogo de azar e posse ilegal de arma de fogo. Mesmo “sem qualquer vínculo empregatício”, o investigado tinha “altíssimo padrão de vida”, é detentor de “bens luxuosos” e costumava fazer viagens a Dubai (veja imagens abaixo), segundo a promotoria.

Imagem colorida de três pessoas em uma mesa - Metrópoles

Imagem colorida mostra homem, suposto integrante do PCC, de corrente no pescoço e óculos escuros, sentado no capô de uma BMW - Metrópoles

Imagem colorida de homem com garrafa de uisque - Metrópoles

Reprodução de organograma composto por fotos 3x4 e nomes - Metrópoles
Organograma da célula de agiotagem do PCC

No Instagram, Kaká chegou a postar fotos em restaurante na Torre Eiffel, em Paris, e em frente ao hotel Khalifa, ícone dos Emirados Árabes, que dá nome à operação. A sua lista de bens, levantada na investigação, inclui um imóvel em condomínio de ricaços em Arujá, onde há casas anunciadas por até R$ 7 milhões.

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