O desmatamento na Amazônia no 1º trimestre deste ano foi o segundo maior desde 2016, quando começou a série histórica para esse período do sistema de alertas do Deter, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia.
Já no Cerrado, cuja série histórica começou em 2019, o primeiro trimestre bateu recorde de devastação.
No Cerrado, 1.357 km² foram perdidos entre janeiro e março, enquanto na Floresta Amazônica foram 844 km² desmatados no mesmo período. Em março, os biomas registraram 357 km² e 356 km² de desmatamento, respectivamente.