Ex-chefe da Receita diz que atuou para liberar joias por acreditar que elas ficariam no acervo público

0
joia

Colar, anel, brincos e relógios de diamante de R$ 16,5 milhões. Foto: Reprodução

Por Larissa Rodrigues

O ex-chefe da Receita Federal Júlio Cesar Vieira Gomes disse em depoimento à Polícia Federal na última semana ter pedido a incorporação do estojo de joias apreendido no aeroporto de Guarulhos por acreditar que os objetos já pertenciam à União e ficaram no acervo da Presidência da República.

A caixa de joias ficou retida no local desde que foi apreendida dentro da mala de um assessor do então ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, em 2021.

Segundo Vieira Gomes, quando passou a atuar no caso já em dezembro de 2022, “àquela altura, eles eram bens públicos, adquiridos pela União por meio de perdimento (apreensão) e, obrigatoriamente, manteriam essa condição pública, se a incorporação acontecesse”.

About Author

Compartilhar

Deixe um comentário...