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Mariana Thomaz de Oliveira, de 25 anos — Foto: Reprodução/TV Cabo Branco

A família de Mariana Thomaz, jovem encontrada morta em um apartamento no bairro de Cabo Branco, em João Pessoa, revelou, na terça-feira (14), em um perfil de Instagram destinado a clamar por justiça, um dos episódios de violência envolvendo o acusado do crime, Johanes Dudeck. Segundo a postagem, Dudeck teria invadido armado uma clínica na capital paraibana, agredindo uma funcionária idosa e ameaçando todos presentes.

Enquanto aguardam o desfecho judicial, o júri popular de Dudeck foi adiado pela segunda vez. Originalmente programado para 9 de novembro, o julgamento, que trata de feminicídio e estupro contra a estudante de medicina, está agora agendado para os dias 16 e 17 de novembro no Fórum Criminal de João Pessoa.

O pedido de adiamento foi feito pelo advogado de defesa, Aécio Farias, que alegou compromissos em um evento nacional da Associação Nacional da Advocacia Criminal (ANACRIM). A promotora Artemise Leal manifestou-se contra o adiamento, enfatizando a importância de agilizar o processo para evitar a sensação de impunidade, especialmente em casos de feminicídio.

Mariana Thomaz foi encontrada morta por estrangulamento em março de 2022, e Dudeck, que alegava ter curso superior, foi preso no local. O inquérito indicou feminicídio e estupro, e o julgamento é aguardado pela família da vítima para buscar encerramento e ressignificação diante da tragédia.

Família de Mariana Thomaz expõe episódio de violência envolvendo Dudeck
Dudeck e Mariana Thomaz

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