Alarikui Pereira Rodrigues era lotado na Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Ele estacionou um carro oficial, que não era da SSP, no pátio da secretaria.
É comum servidores usarem garagens do GDF para estacionar os veículos oficiais, mesmo que não pertençam ao órgão. A garagem destinada para o servidor estacionar seria no Anexo do Palácio do Buriti, que fica a aproximadamente 300 metros de onde ele deixou o veículo.
O servidor não considerou o nível de tensão em Brasília e, justamente, na área de Segurança Pública. Ele teria saído apressado após estacionar o carro, o que levantou a suspeita de que havia algo estranho na situação.
A Polícia Militar do DF foi acionada para verificar o caso. Tropa de Choque, helicóptero, Esquadrão Antibombas e bombeiros foram mobilizados. Após operação de grande tensão, foi descartado que havia bomba no carro.
A avaliação interna é de que a atitude do servidor gerou insegurança, com mobilização de forte esquema policial, em um momento sensível de crise institucional, considerando que a SSP está sob intervenção federal. Por isso ele foi exonerado.
O servidor recebia R$ 2,6 mil mensais, entre salário e benefícios, e tinha cargo de assessor.
A exoneração foi assinada na sexta-feira (13/1) pelo secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz, após conversa com o interventor federal, Ricardo Cappelli, e com a governadora em exercício, Celina Leão (PP).
A SSP está sob intervenção federal desde o dia 8 de janeiro, quando bolsonaristas invadiram as sedes dos Três Poderes e depredaram os prédios do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).
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