Gigantes do streaming fazem pressão, e esquerda teme ser escanteada de projeto de lei; entenda

0
tv assistir televisao serie(1)

Foto: Pixabay

Não é só dentro dos catálogos de streaming que as novelas têm feito barulho. Nos corredores de Brasília, o drama que é o processo de regulação das plataformas de streaming, que já se arrasta por várias temporadas, está ganhando ainda mais capítulos.

A Strima, a associação que reúne Disney+, Netflix, Max, Prime Video e Globoplay, tenta convencer o Ministério da Cultura a apoiar a diminuição do valor a ser pago pelas plataformas na Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional, a Condecine.

É um valor a ser revertido para a produção nacional, com intuito de fortalecer e estabilizar o mercado interno, que passa por uma crise. Ao contrário de salas de cinema e canais de televisão, o streaming, que está no Brasil há quase 15 anos, não paga Condecine.

A entidade que representa os gigantes do streaming se reuniu com o MinC recentemente para apresentar uma lista de propostas que diminuem o ônus sobre as plataformas. Esta reportagem teve acesso ao documento apresentado. Segundo interlocutores, houve uma acolhida favorável por partes do ministério.

Entre os pontos mais controversos defendidos pela entidade está a autorização de destinação de recursos da Condecine a produções sem propriedade intelectual majoritariamente pertencente a brasileiros.

About Author

Compartilhar

Deixe um comentário...