A agenda climática é considerada uma das prioridades para a política externa brasileira durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A proposta é alinhamento às demandas de outras potências globais como Estados Unidos (EUA) e União Europeia (UE), e deve ser um ponto chave para avanços em um possível acordo entre Mercosul e UE.
Histórico
Diplomata de carreira desde 1980, Figueiredo foi representante permanente do Brasil junto à Organização das Nações Unidas (ONU) e embaixador brasileiro junto ao Catar, Portugal e Estados Unidos.
Ao longo da trajetória ligada à agenda climática, o diplomata ocupou as funções de chefe da Divisão de Política Ambiental e Desenvolvimento Sustentável (2002-2004), de diretor do Departamento do Meio Ambiente e Temas Especiais (2005-2011) e de subsecretário-geral de Meio Ambiente, Energia, Ciência e Tecnologia (2011-2013).
O Itamaraty decretou, em 1º de janeiro, a criação da Secretaria de Clima, Energia e Meio Ambiente (SECLIMA), sob a qual foi incorporado novo departamento dedicado à mudança do clima. A pasta é chefiada pelo diplomata André Aranha Corrêa do Lago.