Luana Piovani volta a falar de Dado, e sobra até para Wanessa e Zezé

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Luana Piovani. Foto: Reprodução

por Fábia Oliveira

Luana Piovani voltou a falar sobre as agressões de Dado Dolabella, mas de uma forma indireta, e sobrou até para Wanessa. A atriz compartilhou o texto de uma advogada que afirma que a cantora se assusta mais com o estouro de Davi do que com o fato de o namorado ter batido em outras mulheres.

“Por que Wanessa parece se assustar mais com o Davi do que com o Dado Dolabella? Durante uma discussão com outros participantes, Davi se exaltou, gritou e xingou. Wanessa disse que estava assustada e que não gosta de quem se descontrola, de quem é raivoso”, começou a análise da advogada Carol Vargas.

E seguiu com o relato: “Talvez Wanessa sinta medo de uma potencial violência exatamente por saber o que ocorre quando um homem se ‘descontrola’. Talvez, por outro lado, ela viva uma relação de tranquilidade em sua vida privada, pois manipuladores fazem questão de em uma nova relação colocar esta mulher como sua salvadora”.
Print de Luana Piovani sobre Dado, Wanessa e Zezé - Metrópoles
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Print de Luana Piovani sobre Dado, Wanessa e Zezé - Metrópoles
Print de Luana Piovani sobre a agressão de Dado Dolabella - Metrópoles
Logo depois, a advogada continuou: “Ela pode acreditar que com ela é diferente, que ela o transformou. Importante, não cabe aqui qualquer julgamento pela conduta de Wanessa em sua vida pessoal, apenas a constatação de onde a manipulação pode chegar em uma relação amorosa. Merecem destaque duas observações”.

O texto compartilhado por Luana Piovani ainda vai além: “Mulher não é centro de reabilitação. Dado é um homem branco. Ainda, Wanessa é também filha de um agressor. Zezé violentou Zilu psicológica, moral e patrimonialmente. É impossível que isso não a atravesse de alguma forma”, declarou, antes de completar:

“Por último, mas não menos importante (em verdade, este é o ponto fundamental), Davi é um homem negro e periférico. O estereótipo perfeito do homem raivoso e violento. Mesmo ele sendo em 99% do tempo uma pessoa prestativa, educada, que sabe cuidar de si e dos outros aos 21 anos de idade, apenas. Um cuidado que aos olhos da branquitude e pelo racismo estrutural colocam Davi num papel de servidão”.

A avaliação da advogada foi encerrada da seguinte forma: “Não é visto como um menino e nem se enxerga como tal, pois provavelmente sua vida e sua pele o fizeram amadurecer muito cedo. Ser um menino, um moleque é privilégio de raça e de classe. Basta um deslize, uma demonstração de irresignação por se sentir injustiçado, julgado e sempre foco dos votos da casa e ele já oferece medo e insegurança. Até mesmo para uma mulher que vive com um agre$$or de mulheres…branco. A branquitude precisa se pensar! E isso significa abrir mão de privilégios”.

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