Sediado em Xangai, na China, o Banco dos Brics financia projetos de infraestrutura e sustentabilidade nos países que integram o grupo: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. A indicação da petista já recebeu o aval dos demais países do bloco e deve ser oficializada nos próximos dias.
Auxiliares de Lula no Palácio do Planalto dão como certa, nos bastidores, a indicação da ex-presidente para o NDB. Segundo o jornalista Igor Gadelha, Dilma está propensa a aceitar o convite.
Uma das ideias estudadas, nos bastidores, é de que a ex-presidente da República despache do Brasil, em razão da distância até a Xangai.
O atual presidente da instituição, Marcos Troyjo, deve renunciar ao cargo – ele já foi procurado pelo governo brasileiro e informado sobre a indicação de Dilma.
Troyjo, que assumiu o comando do banco em 2020, teria sido sondado para participar da gestão do governador de São Paulo, Tarcísio Gomes de Freitas. Seu mandato à frente do banco dos Brics se encerraria apenas em 2025. O empresário foi secretário especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, sob o comando de Paulo Guedes, e é visto como bolsonarista pelo governo Lula.