Segundo Melissa, o médico explicou que havia um procedimento novo, capaz de corrigir o defeito cardíaco da criança. A operação consistia em injetar células-tronco no lado esquerdo do coração de Finley. O objetivo era que as células auxiliassem a recuperar os vasos sanguíneos danificados.
No entanto, por ser um procedimento novo, o especialista avisou à mãe que não poderia prever totalmente o resultado. Mesmo assim, ela optou por seguir em frente com a tentativa. “Não tínhamos absolutamente nada a perder. Precisávamos tentar dar a ele todas as chances”, relembra Melissa.
Após o procedimento, o bebê apresentou uma melhora significativa. Em poucos dias o uso dos remédios foi suspenso, e ele retirado do aparelho de ventilação mecânica. A criança foi para casa pela primeira vez aos seis meses de idade e, ainda hoje, uma máquina o ajuda a respirar à noite.
“Não temos como agradecer ao Massimo. Acredito que se não fosse pelo tratamento com células-tronco, meu filho não estaria conosco hoje”, afirma Melissa.