Pacheco e Lira são obrigados a encurtar recesso e discutir problemas
Arthur Lira e Rodrigo Pacheco — Foto: FáTIMA MEIRA/FUTURA PRESS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
por Vinícius Nunes
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), estão sendo bombardeados por mensagens e ligações de congressistas insatisfeitos com as notícias dos últimos dias. Aqueles que não têm o contato direto dos presidentes, têm disparados notas e cochichos pela imprensa sobre a atuação (ou não atuação) de Pacheco e Lira.
Já sobre o fim dos benefícios fiscais a pastores, há uma parte da bancada evangélica que quer negociar e outra que quer brigar com Lula (PT). De início, o que está certo é que o presidente da Câmara vai ter uma conversa com as lideranças dos evangélicos na casa. Ele definirá como o grupo de trabalho será montado com o governo federal.
Sobre Carlos Jordy, apesar de não ter sido avisado sobre a ação da Polícia Federal (PF), Lira não deve demonstrar muito apreço pelo deputado. A oposição lançou um manifesto cobrando uma posição de Lira e Pacheco, que só devem se manifestar depois de conversar sobre o assunto.