Em entrevista ao portal G1, Vinícius Lana Pedroni, sobrinho da família, contou os detalhes do ocorrido.
“No sábado, por volta das 17h30, o Daniel passou mal. Ele é pintor, trabalha com móveis planejados; foi pegar uma peça para colocar no carro e levar para um cliente e se sentiu mal. O próprio pai levou o filho ao pronto atendimento e, logo depois, deram a notícia para ele, que o filho tinha morrido”, disse Vinícius.
Vinícius ainda disse que foi ao pronto atendimento levar a esposa de Daniel, e encontrou Guido sentado, em choque.
“Ele estava muito aéreo com a morte do filho. Quando cheguei, perguntei o que aconteceu e ele disse que o Daniel morreu, numa tranquilidade surreal. Não entendi nada. E aí foi uma correria, todo mundo assustado”, relatou o sobrinho.
O aposentado voltou para a casa para contar a esposa sobre a morte do filho, mas, depois de duas horas, Guido começou a passar mal. A filha do casal levou o idoso, já muito mal, ao Hospital São Francisco, em Campo Grande. O homem chegou a ser atendido e sedado pelos médicos, mas, pouco tempo depois, seu quadro piorou; por volta das 21h30, Guido também faleceu.
Os dois foram velados no domingo (8/10), na paróquia em que Guido era atuante há quase 40 anos. Segundo os familiares, pai e filho nunca tiveram problemas cardíacos.