Executivos do setor gráfico que têm se reunido com presidentes de partidos afirmam reservadamente que os gastos de campanha com este tipo de propaganda para a eleição de 2022 crescerão, em média, 15% em relação a 2018.
As atenções dos executivos estão voltadas para o União Brasil, o partido que nascerá da fusão entre DEM e PSL. A sigla terá aproximadamente R$ 1 bilhão para gastar no próximo pleito.
Em anos de eleição, o setor gráfico costuma apresentar um crescimento de 10% das receitas registradas em períodos normais.
Neste ano, o setor espera ter um crescimento acima da média em função da alta procura de empresas pelos serviços gráficos. Geralmente, as companhias intensificam a impressão de peças publicitárias quando registram quedas nas vendas de produtos.
Com o fim do isolamento provocado pela pandemia e a alta da inflação, empresas especializadas na venda de bebidas alcóolicas, alimentos e produtos de higiene pessoal e de limpeza recorreram em peso às gráficas para tentar atrair os consumidores de volta.