PF detalha indícios de fraudes em cartões de vacinação de Bolsonaro e assessores

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Jair Bolsonaro. Foto: EFE/EPA/CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH

Por Tiago Tortella

A reportagem teve acesso à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) que prendeu Mauro Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ele foi preso e levado à sede da Polícia Federal (PF) na manhã de quarta-feira (3) pela Operação Venire, que investiga a prática de crimes na inserção de dados falsos sobre vacinação contra Covid-19 nos sistemas do Ministério da Saúde. A decisão foi expedida pelo STF no âmbito do inquérito das milícias digitais.

O depoimento à PF, porém, foi adiado, pois os advogados não tinham acesso à decisão do Supremo. Moraes, entretanto, retirou, na tarde da quarta-feira, o sigilo do processo. A representação da Polícia Federal que pediu a prisão de Cid e outros envolvidos possui 114 páginas; o parecer da PGR, 61; e a decisão do ministro, 77.

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