Policial diz que está “jurado pelo alto comando da PM-SP” por ter feito tatuagens; corporação nega

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Policial militar Paulo Rogério da Costa Coutinho, conhecido como "Demolidor", tem 52 mil seguidores no Instagram

por Marcos Rosendo

O policial militar Paulo Rogério da Costa Coutinho, conhecido como “Demolidor”, afirma que está sofrendo um processo de perseguição por parte de seus superiores de batalhão, por ter feito tatuagens no corpo, inclusive no rosto.

A Polícia Militar de São Paulo nega a denúncia e diz que o soldado é alvo de um processo disciplinar que apura abandono de posto de trabalho.

Coutinho, que trabalha há 18 anos na corporação, disse que foi retirado das funções que exercia no policiamento de rua e transferido para exercer atividades administrativas, como serviços gerais e manutenção.

O soldado declarou que fez a primeira tatuagem em 2018 e não parou mais. As críticas dos comandantes hierárquicos se intensificaram a partir de 2021, quando o policial decidiu tatuar o rosto.

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