“Preciso de ajuda”, desabafa ex-mulher de Fábio Assunção
Fábio Assunção e Ana Verena. foto: reprodução
por Fábia Oliveira
Ana Verena, ex-esposa de Fábio Assunção, ainda não superou o término com o ator. Mas não por causa da saudade, mas da violência que sofreu. Na madrugada da sexta-feira (24/11), ela usou os Stories do Instagram para desabafar sobre o caso e afirmar que precisa de ajuda. Logo depois, ela excluiu o post.

Colunista já tinha revelado as agressões
No início deste mês, Fabíola Reipert, do R7, contou que Fábio Assunção teria agredido fisicamente sua ex-mulher, Ana Verena. Segundo uma fonte da colunista, já havia acontecido um ou outro episódio de agressão verbal, mas nunca física. “Uma fonte muito quente me confirmou que houve a agressão”, anunciou a jornalista durante a Hora da Venenosa, no Balanço Geral, na Record TV.
No início de outubro, o ex-casal anunciou a separação publicamente, mas o que chamou mesmo a atenção foi a forma como terminaram a relação. De acordo com Reipert, vizinhos dos atores afirmaram que houve uma grande discussão na madrugada de 14 de outubro, um dia antes do rompimento.
A confusão foi tão caótica que pessoas próximas da residência chamaram a polícia após ouvirem gritos com pedidos de ajuda. Os rumores são de que os dois passavam por uma crise no casamento desde o final de setembro. Quando as autoridades chegaram, Ana já havia deixado a casa num carro de aplicativo.
Uma testemunha, que preferiu não se identificar, confirmou a briga e a gritaria para a colunista: “Foi por volta de umas 3h15 até 4h. Os moradores aqui escutaram uma voz de socorro, duas vezes”.
Fábio Assunção e Ana Verena, que são pais de Alana, de 2 anos, estavam casados desde 2020, na ocasião da pandemia. Discretos na web, eles confirmaram a decisão por meio da assessoria do artista para a revista Quem, porém, sem deixar registrado numa publicação fixa em seus perfis.
Entenda o que é gaslighting
A palavra traduz uma violência psicológica típica de relacionamentos tóxicos, em que o abusador distorce, mente e manipula a vítima até ela achar que enlouqueceu e está errada.
A expressão, cunhada em 1960, veio do filme Gaslight, estrelado por Ingrid Bergman. No longa, a personagem sofre nas mãos do marido, que chega a diminuir a luz e o gás da casa deles para fazê-la questionar a própria sanidade.
Quase 60 anos depois, o tema segue relevante e permeando as relações humanas. Os discursos de defesa do médium João de Deus, por exemplo, receberam críticas porque o advogado Alberto Toron estaria utilizando essa técnica para diminuir o peso dos depoimentos das vítimas.
É importante frisar que, de forma geral, as mulheres são vítimas de gaslighting em relacionamentos amorosos com os homens, mas isso não é exclusividade. Essa manipulação cruel pode ocorrer na convivência familiar, no trabalho e nas amizades. Além disso, ela não é exclusiva a um gênero.