Saiba quanto o Palmeiras deve faturar na venda do atacante Fernando para o RB Salzburg
Foto: LANCE!/NOSSO PALESTRA
O Palmeiras deve receber em breve uma quantia referente à venda do atacante Fernando ao RB Salzburg, da Áustria. O jovem, revelado pela base do Verdão, estava no Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, e foi negociado com um contrato até 2027. A transação deverá render uma quantia superior a R$ 3 milhões ao Alviverde. A notícia foi antecipada pelo GE e confirmada pelo LANCE!
Cria das categorias inferiores do Palmeiras, Fernando foi vendido ao time ucraniano em 2018, quando chegou a marcar um gol pelo Paulistão. Hoje, aos 23 anos, ele chegou a ter sua volta cogitada pela diretoria palmeirense, o que acabou não se concretizando. No entanto, os dirigentes não sairão com as mãos abanando, já que a saída do Shakhtar vai engordar o cofre palestrino.
Segundo a imprensa europeia, a negociação saiu na casa dos 6 milhões de euros (R$ 30,05 milhões na cotação atual). Quando o Verdão o vendeu, garantiu 10% de uma futura transação, ou seja, 600 mil euros (R$ 3 milhões). Isso aconteceria caso esses valores sejam concretizados dessa forma.
O Palmeiras ainda teria direito a uma participação em cima da mais-valia (lucro entre as duas operações) e ao mecanismos de solidariedade, que seria 1,5% sobre o valor da venda (cerca de 90 mil euros ou R$ 450 mil).
Em relação ao lucro entre as duas operações, o cálculo seria o valor da venda atual (6 milhões de euros), menos o valor da venda do Palmeiras ao Shakhtar (5,5 milhões de euros), o que resultaria em 500 mil euros (R$ 2,5 milhões). O Verdão teria direito a uma participação em cima desse valor, mas não se sabe qual seria a porcentagem. Assim, em uma estimativa mais “grosseira”, o Alviverde deve receber cerca de R$ 3 milhões a R$ 3,5 milhões.
O jovem de 2023 não atua desde dezembro de 2021. Enquanto se preparava para voltar a jogar na Ucrânia após a pausa por conta do inverno, a Rússia invadiu o país do leste europeu militarmente e os atletas foram liberados para negociar seus futuros.
Na atual temporada, Fernando iniciou com problemas no joelho e realizou apenas 14 partidas pelo Shakhtar Donetsk. Apesar dos poucos jogos, o camisa 99 marcou oito gols e contribuiu com duas assistências.
O técnico Fabián Bustos assumiu a responsabilidade pela derrota do Santos para o Coritiba, por 1 a 0, na noite desta quarta-feira. A partida foi válida pela terceira fase da Copa do Brasil, jogo de ida.
Com o revés, o Peixe precisa buscar a vitória por dois gols de diferença no confronto de volta, marcado para o dia 12 de maio, na Vila, para garantir a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil. Se vencer por um gol de diferença a decisão vai para os pênaltis.
“O principal responsável (pela derrota) sou eu. Não fizemos o que planejamos. Não estivemos bem taticamente e defensivamente no primeiro tempo, com muitos erros. O principal responsável sou eu. João Paulo salvou, mas poderia ser 1 a 1 com o pênalti. O Brasil inteiro viu o pênalti e nós nos levantaríamos emocionalmente. Melhoramos no segundo tempo, mais equilibrados. Sou o responsável por erros individuais, táticos e coletivos. Não me eximo da responsabilidade, mas poderia ser empate. Jogamos muito mal no primeiro tempo, erros táticos e individuais, tudo minha responsabilidade. E o jogo está aberto. São 180 minutos”, disse Bustos em sua entrevista coletiva após o confronto.
A primeira etapa para o treinador foi considerada a pior parte. O Peixe sofreu uma série de ataques do time mandante e o pior só não aconteceu graças ao goleiro João Paulo, que realizou pelo menos 9 grandes defesas.
Nos primeiros 25 minutos de jogo, o Coritiba criou mais de cinco grandes oportunidades de marcar. Após o gol de Alef Manga, o Peixe conseguiu respirar um pouco na partida.
“Muito mal o primeiro tempo, sobretudo os primeiros 15, 20 minutos. Intensidade, posicionamento, recuperação. Mal. Sem tirar os méritos do Coritiba, mas nós estivemos frouxos. Sem pressionar, sem lutar por cada bola como tem que ser. João Paulo nos salvou em pelo menos três ou quatro chances claras de gol. Sofremos o gol no contra-ataque. Mas é impossível não comentar o que nos ocorre em todo jogo. O pênalti foi muito, muito, muito claro. Um erro colossal. E eu sou expulso quando é erro dele? Contestei com respeito, nunca insulto. São três jogos seguidos sofrendo com erros da arbitragem. É uma situação complicada, que tomara que não aconteça mais. Hoje não fazia falta o VAR. Todo Brasil viu o pênalti”, completou o treinador.