Justiça tenta desbloquear celular usado por agressor de Cristina Kirchner, mas ‘reseta’ aparelho, diz imprensa argentina

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Praça central da cidade de Bahía Blanca, na Argentina — Foto: Reprodução/Google Street View

Durante a força-tarefa para desbloquear a senha de acesso ao celular de Fernando Sabag Montiel —brasileiro que agrediu a vice-presidente argentina Cristina Kirchner —, o aparelho foi “resetado”, ou seja, voltou às configurações originais de fábrica e perdeu os dados armazenados ali. As informações foram divulgadas neste domingo (4) pelos jornais “Clarín” e “La Nación”.

Cristina Kirchner foi vítima de uma tentativa de assassinato na noite de quinta-feira (1º), em Buenos Aires. O atirador, de 35 anos, apontou uma pistola para o rosto dela, mas a arma não disparou.

Segundo a imprensa argentina, o que aconteceu ao longo da investigação foi o seguinte:

  1. Uma divisão da Polícia Federal Argentina tentou desbloquear o celular do agressor, por meio de um software, mas não conseguiu.
  2. As autoridades decidiram, então, encaminhar o aparelho, da marca Samsung, para a Polícia de Segurança Aeroportuária (PSA), que teria tecnologias mais modernas.
  3. Até ser entregue à PSA, o celular ficou guardado em um cofre, em modo avião.
  4. Dois técnicos dizem que, quando o aparelho chegou à sede da PSA, em Ezeiza, exibia na tela um aviso de ter sido formatado (restaurado para as configurações originais).

Ao jornal “La Nación”, fontes da Justiça não descartaram a possibilidade de recuperar os dados apagados.

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