Polícia do RJ prende cinco suspeitos de roubar imóveis de luxo em todo o país

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Cinco homens foram presos sob suspeita de integrar um grupo especializado em roubo de imóveis de lixo em todo o país; defesa não retornou aos contatos - Divulgação Polícia Civil RJ

Cinco homens suspeitos de integrar um grupo especializado em roubos e furtos de imóveis de luxo foram presos na sexta-feira (10) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro numa ação que contou com a colaboração de agentes de São Paulo.

O grupo foi encontrado em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, quando, segundo a polícia, se preparava para invadir e furtar a residência de um empresário monitorado pelo grupo. Investigações apontam que os suspeitos já participaram de crimes semelhantes no Rio Grande do Sul e em Goiás.

Os suspeitos foram identificados como Allan Noblat de Lima, 33, Felipe Perreira, 30, João Vittor Santos Silva, 27, Matheus Medeiros Miranda, 23, e Mateus dos Santos da Rocha, 26.

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Folha tentou contato com a advogada Manuela Barros, que acompanhou o grupo na delegacia, por meio de mensagens e telefonemas na tarde de domingo (12), mas não obteve resposta até o momento.

Em depoimento, conforme a polícia, os presos confessaram a participação no planejamento do crime.

“Segundo as investigações, o grupo atua de forma organizada em diversos estados do país, selecionando previamente vítimas de alto poder aquisitivo por meio da coleta de informações pessoais e patrimoniais disponíveis na internet. Com base nesses levantamentos, os criminosos planejavam as ações e monitoravam a rotina das vítimas antes de tentar invadir os imóveis”, afirmou a polícia, em nota.

A prisão dos suspeitos foi possível após a troca de informações entre as polícias de São Paulo e do Rio de Janeiro. Os dados indicaram que três integrantes do grupo estavam hospedados em um prédio na avenida Atlântica, em Copacabana.

Ao chegar ao local, os agentes apreenderam ferramentas utilizadas para arrombamentos, luvas e outros instrumentos empregados na prática dos furtos.

“As investigações apontaram ainda que os criminosos utilizavam cola nos dedos para dificultar a identificação por impressões digitais”, diz a polícia.

Os outros dois suspeitos foram encontrados em outro imóvel também em Copacabana.

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