Presidente da Torcida Jovem do Botafogo-PB é morto a tiros na Paraíba; principal suspeito foi preso e disse que estaria sendo ameaçado pela vítima

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Wilson de Andrade Lira Neto, conhecido como Netinho, tinha 29 anos — Foto: Reprodução/Instagram

O presidente da Torcida Jovem do Botafogo-PB, Wilson de Andrade Lira Neto, conhecido como Netinho, de 29 anos, foi assassinado com dois tiros nas costas e um no braço esquerdo na tarde de quarta-feira (10), no bairro do Roger, em João Pessoa.

De acordo com informações da Polícia Civil, ele trabalhava como vendedor de gás e tinha acabado de deixar um botijão quando os suspeitos passaram em um carro e efetuaram disparos com armas de fogo.

De acordo com o delegado Bruno Vitor, a polícia está fazendo os primeiros levantamentos investigativos, mas o caso é tratado como execução. “Não há suspeita de latrocínio, porque não houve nenhum tipo de roubo. Os suspeitos efetuaram os disparos e se evadiram do local”, disse.

A Polícia ainda investiga as motivações do crime. Wilson de Andrade Lira Neto deixa um filho de um ano e esposa.

Preso principal suspeito de matar presidente da Torcida Jovem do Botafogo-PB

Preso homicidio roger
Polícia Civil localizou o carro usado no crime e prendeu o suspeito (Foto: Reprodução/Verinho Paparazzo-RTC)

A Polícia Civil prendeu, no início da noite da quarta-feira (10), o principal suspeito de ser o autor dos disparos que atingiram o presidente da Torcida Jovem do Botafogo-PB, Wilson de Andrade Lira Neto, conhecido como Netinho, levando a vítima a óbito.

De acordo com o delegado Bruno Germano, o veículo que teria sido usado no crime foi localizado pela polícia após investigações iniciadas ainda no local do homicídio. Ao interceptar o carro, no bairro do Centro, em João Pessoa, foram encontradas manchas de sangue no automóvel e, em seu interior, uma mochila com uma pistola, do mesmo calibre da que teria sido usada para matar Netinho.

Ainda segundo o delegado, o homem que conduzia o veículo interceptado confessou que praticou o homicídio. À polícia, o executor revelou que estava sendo ameaçado por Wilson Andrade desde 2020, tendo, inclusive sua casa depredada e atingida por tiros, e precisou se mudar do bairro Padre Zé por medo.

O homem preso também disse que, ao se deparar com a vítima “por coincidência” entregando gás na quarta (10) no Róger, decidiu executá-la.

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