Inteligência ocidental procura mercenários do Grupo Wagner e armas nucleares em Belarus

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Unidade da empresa privada militar russa Grupo Wagner em São Petersburgo. Foto: Reuters

Por Natasha Bertrand e Kylie Atwood

Após a revolta das forças do Grupo Wagner na Rússia, os EUA e a Europa voltaram seus olhos para uma Belarus cada vez mais imprevisível – uma importante aliada da Rússia que as autoridades ocidentais temem que possa dar às tropas mercenárias exiladas um novo lar e servir como um campo de concentração para armas nucleares russas.

Mas até agora, as autoridades americanas e europeias não viram sinais claros de que qualquer um dos cenários esteja se desenrolando.

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Embora as autoridades estejam monitorando de perto um aparente acampamento militar que surgiu fora de Minsk após o levante no sul da Rússia, as tropas de Wagner não parecem ter se mudado para o país em massa.

“Pode acontecer que Wagner PMC [empresa paramilitar privada] decida não se mudar para cá”, disse o presidente belarusso Alexander Lukashenko na última quinta-feira (6/7).

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