Outro nome citado para compor o alto escalão do presidente eleito é o do também economista Martín Krause, encarregado na campanha da área de educação.
Em seminário realizada em setembro na Universidade Di Tella, uma das mais conhecidas do país, Krause criticou a falta de disciplina e a falta de compromisso dos argentinos em geral com o trabalho.
Ele fez uma comparação, então, com o Holocausto. “Imaginem se, na Gestapo, tivessem sido argentinos. Não teria sido melhor? Porque, em vez de matar seis milhões de judeus, teriam sido menos. Porque teria havido propinas, ineficiências, teriam ficado dormindo… Mas eram alemães. Esse foi o problema”, disse Krause.