Saiba quem é o jogador de futebol suspeito de participar de estupro coletivo contra adolescente

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Lucas Duarte Almeida

Com vínculos na Série D pelo Esporte Clube Taubaté e no Campeonato Potiguar pelo Globo Futebol Clube (GFC), o jogador Lucas Duarte Almeida, de 20 anos, marcou apenas 1 gol em toda a carreira profissional como centroavante, num total de 11 jogos pelo GFC. Ele é suspeito de agredir e de participar do estupro coletivo contra uma adolescente de 16 anos, e não terá contrato renovado pelo Taubaté. O acordo com o time se encerra nesta semana, mas segundo o clube, Lucas não terá o vínculo renovado.

Além disso, o time informou que o atleta foi contratado, mas nunca chegou a atuar com a camisa do clube. Por fim, falou também que repudia a atitude e que não compactua com esse tipo de postura, que lamenta o caso e que se coloca à disposição para qualquer esclarecimento.

Na última sexta-feira (26), a Polícia Civil de Minas Gerais prendeu três jovens investigados pela participação no estupro de uma adolescente, de 16 anos, em Belo Horizonte (MG). O jogador, natural de Taubaté, no interior de São Paulo, chegou a ficar foragido, mas se entregou à Polícia no fim da tarde de sexta-feira (26).

De acordo com a instituição, as investigações começaram em março deste ano, quando a mãe da vítima procurou a delegacia e relatou que a filha tinha chegado em casa muito machucada.

Em depoimento, conforme apurou a CBN, a adolescente informou que conhecia os suspeitos. No dia do crime, ela saiu com os três para uma boate e, em seguida, foi até a casa de um deles. A vítima, então, entrou no quarto com o jogador para ter relações sexuais consentidas, mas, segundo ela, os outros dois jovens invadiram o cômodo sem a autorização dela e cometeram o crime. A delegada, Letícia Muller disse que o jogador chamou os amigos e incentivou a violência contra a vítima.

Além da violência sexual, a adolescente também foi agredida fisicamente. Segundo a Polícia Civil, o estupro também foi gravado pelos autores. Ainda, conforme a Polícia Civil, os jovens ameaçaram a adolescente de divulgar os registros nas redes sociais caso a família não retirasse o boletim de ocorrência contra eles.

Segundo a Polícia Civil, os três devem responder pelos crimes de estupro e compartilhamento de conteúdo pornográfico infanto-juvenil.

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