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Eduardo Bolsonaro. Foto: André Borges/Esp. Metrópoles

Por Eduardo Barretto e Guilherme Amado

Eduardo Bolsonaro afirmou na última quinta-feira (10/2) que bolsonaristas serão perseguidos e podem fazer as malas em um eventual governo Lula em 2022. “Esse ano aí é Jair ou já era, ou então pode fazer suas malas”, disse o deputado em uma conversa com aliados no Twitter Spaces.

“Algumas pessoas falam para mim: ‘Eu queria ver só uma semana sem Bolsonaro, com Haddad presidente, Lula presidente’. Eu falo que eu não quero nem ver. Eu sei o tanto de perseguição que a gente vai sofrer, de regulação de mídia e tudo. Então, esse ano aí [2022] é Jair ou já era. Ou então pode fazer suas malas”, disse Eduardo Bolsonaro, logo depois de afirmar que Jair Bolsonaro é o “único capaz de levar adiante suas bandeiras”. A conversa foi gravada pelo jornalista Eduardo Matysiak.

https://twitter.com/EduardoMatysiak/status/1491822434915344387?s=20&t=pTnBxvbG_KlkBkSMFTGmjQ
Na campanha de 2018, contra o ex-ministro Fernando Haddad, bolsonaristas faziam um trocadilho diferente com o primeiro nome do presidente: “É melhor Jair se acostumando”. Nesta quarta-feira (8/2), uma pesquisa eleitoral realizada pela Quaest e Genial Investimentos mostrou que o ex-presidente Lula seria eleito no primeiro turno em todos os cenários apresentados aos entrevistados.

Em outro trecho da conversa, Eduardo Bolsonaro afirmou que Jair Bolsonaro se dedicará mais à próxima campanha eleitoral, com vistas a tentar eleger aliados em outros cargos. “Certamente o presidente vai entrar mais de cabeça nessa eleição, para senador, governador e deputado federal”, seguiu o parlamentar.

O bate-papo contou com Gil Diniz, deputado estadual do PL em São Paulo, e Paulo Chuchu, vereador de São Bernardo do Campo pelo PRTB. Alvo do inquérito das fake news no STF, Gil Diniz chegou a ser afastado pelo PSL em 2020 de suas atividades partidárias na Assembleia Legislativa de São Paulo.

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