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Presidente dos EUA, Joe Biden, na Casa Branca

Por Antonio Carlos Prado e Fernando Lavieri

Quanto mais se aproximam as eleições legislativas que comporão a maioria do Congresso dos EUA (faltam somente quatro meses), mais o presidente Joe Biden surge como provável perdedor. Tão cambaia vai sua gestão, que não mais que um terço dos eleitores norte-americanos aprova a maneira que ele vem administrando o país. Mais contundente ainda: 64% dos próprios democratas consideram que ele não deva continuar na Casa Branca por mais um mandato. A conclusão é de uma pesquisa divulgada pelo The New York Times, feita em parceria com o Siena College. No pleito legislativo de 8 de novembro estarão em jogo um terço dos assentos do Senado e todos os da Câmara. O Partido Republicano deverá ganhar ampla supremacia. Biden é um precoce “lame duck”, na acepção de que tem o direito a governar, mas lhe faltará cada vez mais respaldo político. A desaprovação a Biden, vinda de conservadores e democratas, passa pelo tíbio combate à inflação, pela falta de energia em tentar conter a pandemia e por uma agenda que, na verdade, não eleva aquilo que a população mais preza: a autoestima de se saber norte-americana.

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