Globo desmente ligação com vídeo de “atentado” contra Bolsonaro

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Nova logomarca da Globo. Foto: Reprodução/TV Globo

Por Mariana Costa

A Rede Globo desmentiu publicações que estão sendo veiculadas por redes sociais bolsonaristas, nas quais eles acusam a emissora de uma produção que sugere a simulação de um assassinato do presidente Jair Bolsonaro (PL).

Alguns políticos associaram a produção à Globo, e até disseram que as gravações estariam sendo feitas nos Estúdios Globo (anteriormente chamado de Projac).

Políticos, como a deputada federal Carla Zambelli, o deputado estadual André Fernandes e o ex-secretário especial da Cultura, Mario Frias, publicaram as fotos e deixaram claro a suspeita sobre a Globo.

Questionada, a empresa de comunicação disse que não tem relação com a produção. Veja a íntegra da nota enviada:

“A Globo desmente que pertençam a produções suas – seja para canal aberto, canais fechados próprios ou Globoplay – vídeo e fotos que estão circulando nas redes sociais de gravação de obra ficcional mostrando um atentado ao presidente da República. A Globo não tem nenhuma série, novela ou programa com esse conteúdo. Segundo foi informada, a gravação seria de um filme do cineasta Ruy Guerra chamado “A Fúria”, que pretende fechar a trilogia iniciada com “Os Fuzis”, de 1964, e “A Queda”, de 1976. O Canal Brasil tem uma participação de apenas 3,61% nos direitos patrimoniais desse filme, mas jamais foi informado dessas cenas e, como é praxe em casos de cineastas consagrados, não supervisiona a produção. Embora tenha participação acionária no Canal Brasil, a Globo não interfere na gestão e nos conteúdos do canal.”

Os filhos do presidente cobraram, sem citar a emissora, uma apuração. Eles também alfinetaram o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Veja:

A ex-ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves (Republicanos) – que deve concorrer a uma cadeira do Senado pelo Distrito Federal – apontou que o Ministério Público “precisa investigar” a fundo as imagens.

Já o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, afirmou que pediu abertura de inquérito na Polícia Federal para investigar o caso.

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