Lula reabrirá embaixadas que foram fechadas por Bolsonaro

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Luiz Inácio Lula da Silva. Foto: Joédson Alves/EFE/EFEVISUAL

Por Paulo Moura

O novo governo Lula pretende reabrir as embaixadas do Brasil que foram fechadas durante a administração do presidente Jair Bolsonaro (PL), entre elas as representações do país na Venezuela, desativadas desde 2020. A informação foi divulgada na quinta-feira (1°) pelo jornalista Jamil Chade, do UOL.

De acordo com a publicação, a pretensão do futuro governo foi levantada pelo ex-chanceler e ex-ministro da Defesa Celso Amorim, cujo nome é cogitado para assumir um papel central no desenho da política externa de Lula. Amorim faz parte do grupo de transição do petista.

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Em 2020, as representações que tinham sido abertas pelo primeiro governo Lula nas cidades africanas de Freetown, em Serra Leoa, e Monróvia, na Libéria, foram fechadas e seus serviços foram deslocados para a embaixada do Brasil na cidade de Acra, capital de Gana. A ideia do novo governo petista seria retomar essas representações e ainda considerar países como Ruanda e Gâmbia.

No Caribe, as embaixadas que ficavam nas cidades de Saint George’s, em Granada; Roseau, na Dominica; Basseterre, em São Cristóvão e Névis; Kingstown, em São Vicente e Granadinas; e Saint John, em Antígua e Barbuda; também deixaram de existir em 2020 e tiveram suas funções acumuladas na representação brasileira na cidade de Bridgetown, em Barbados.

Já na América do Sul, a administração petista pretende reativar a embaixada do Brasil em Caracas e os consulados e vice-consulados espalhados pela Venezuela. As representações foram fechadas em 2020 em meio à forte oposição do governo Bolsonaro em relação à administração de Nicolás Maduro.

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