Crianças são mortas pela mãe e o padrasto em “ritual macabro”, diz polícia

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Duas crianças, de 4 e 10 anos, foram mortas pela mãe e o padrasto em Minas Gerais. De acordo com a Polícia Civil, o caso começou a ser investigado na terça-feira (24), quando o corpo da menina de 10 anos foi encontrado em Contagem (MG).

Conforme o delegado Anderson Resende, da Delegacia Especializada de Investigações de Homicídios Contagem, a mãe e o padrasto foram presos e confessaram os crimes. Segundo o relato da mãe das crianças, em fevereiro deste ano ela teria sofrido um aborto do filho do atual companheiro.

O homem, “orientado por entidades sobrenaturais”, teria atribuido o aborto à presença da filha mais nova da mulher. Em seguida, o casal planejou o suposto sacrifício da filha de 4 anos, que foi executada em uma casa em Divinópolis (MG). Depois, o corpo da criança foi escondido, em Contagem.

Após o primeiro assassinato, o casal, acompanhado da menina de 10 anos, teria passado férias no litoral da Bahia. De volta a Minas Gerais, a Polícia Civil estima que a filha mais velha da mulher tenha sido assassinada no último final de semana.

Tortura

Em depoimento, o padrasto, que alegou estar sob influência de “entidades”, agrediu a menina com chineladas, socos, facadas e golpes com um pedaço de madeira, além de queimar o corpo da criança com cigarro. Toda a tortura foi presenciada por pela mãe. A polícia acredita ainda que a menina tenha sido abusada sexualmente pelo padrasto.

“Após as agressões, o casal ainda jantou no interior da residência com a criança viva e agonizando, deitada num colchão no chão sendo que na madrugada seguinte a criança veio a óbito, sendo enrolada numa capa de colchão e colocada debaixo da cama do casal”, detalhou o delegado.

Após o corpo da menina ser encontrado pelo dono do imóvel, o padrasto foi preso. A mãe foi localizada na Santa Casa de Belo Horizonte, onde também recebeu voz de prisão. Conforme o delegado, o homem pretendia fugir para a Bahia e a mulher, se esconderia no bairro Taquaril. Eles planejavam, ainda, tentar imputar a culpa dos crimes ao pai das vítimas.

Mary Simon

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