Piercing na “ppk”: influencer é ameaçada após abrir barbearia nudista. Veja vídeo
por Metrópoles

Após alegar ter sido ameaçada pela esposa de um homem por causa de um piercing na região íntima, em janeiro deste ano, a influencer e criadora de conteúdo adulto Daniella Motta, de 21 anos, voltou a denunciar supostas intimidações. Desta vez, as ameaças estão relacionadas a uma barbearia nudista em Florianópolis (SC), cuja proprietária é a influencer.
Veja vídeo de Daniella na barbearia:
A barbearia nudista oferece atendimento individual, com foco em privacidade. O cliente pode escolher se prefere permanecer vestido, de roupa íntima ou completamente nu. Os preços variam de R$ 2 mil a R$ 4 mil. Após a abertura do espaço, Daniella disse que passou a receber novas ameaças e, diante do medo, contratou segurança particular.
“Começaram a perguntar onde eu estava, falar que iam me encontrar fora da barbearia e mandar mensagens como se soubessem da minha rotina. Foi aí que eu fiquei com medo de verdade”, afirma.
Daniella diz que não pretende abandonar a iniciativa. “Eu já tive que mudar o endereço do negócio e agora precisei mudar a forma como saio de casa. Não era algo que eu imaginava quando comecei, mas também não vou abandonar um projeto por causa de ameaça”, conclui.
Ainda não há informações se a influenciadora fez ou pretende registrar boletim de ocorrência para denunciar as supostas ameaças.
“Vai cuidar do teu tabaco”
Em 21 de janeiro, a criadora de conteúdo adulto viralizou nas redes sociais após dizer que foi ameaçada em uma praia de Florianópolis.
“Só porque eu tenho piercing na minha [parte íntima], as pessoas ficam me discriminando na praia. A moça está aqui falando horrores para mim”, contou.
Ainda durante a gravação, uma mulher aparece questionando a influencer sobre o piercing e afirmando: “O espaço é público e você tem que respeitar os homens casados e as crianças que estão passando aqui”. Dani responde: “Vai cuidar do teu tabaco. A praia é pública”.
Em nota publicada à época, Daniella Motta afirmou que repudia a agressão e o constrangimento registrados no vídeo.
“É inaceitável que uma mulher seja hostilizada e responsabilizada pelo comportamento de terceiros, em uma clara tentativa de culpabilização da vítima”, declarou.
“O corpo de uma mulher não é objeto de julgamento público. A liberdade de ir e vir, de usar o que bem entender e de fazer as escolhas que quiser sobre seu próprio corpo é um direito que não pode ser violado”, prosseguiu Daniella. A jovem encerrou a manifestação agradecendo o apoio recebido.


