Beijo proibido na balada, namoro com muçulmano e vida profissional: brasileiras contam como é ser uma mulher ocidental no Catar

Da esquerda para a direita: Nathalya, Monica, Anna e Sandra — Foto: Arquivo pessoal

Por Fernanda Berlinck

Direto do Catar, grupo de brasileiras mostra a primeira semana de Copa do Mundo (veja vídeo clicando aqui)

Em um país onde mulheres estão sujeitas a regras severas, ao conservadorismo e à repressão, um grupo de quatro brasileiras se estabeleceu em Doha para trabalhar na Copa do Mundo do Catar. Contrariando os costumes locais, elas são empreendedoras, trabalham diretamente atendendo ao público e, juntas, saem para se divertir em bares, restaurantes, boates e pontos turísticos.

A relação entre as amigas começou com a Anna, que foi a primeira a chegar no país para começar o seu negócio. Ela montou os quartos de hospedagens de turistas para a Copa, fez parcerias com empresas e contratou as outras três brasileiras para ajudá-la a atender mais de 270 pessoas.

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