Musa da Copa 1998, Rosiane Pinheiro diz que mudou de casa para fugir de ex-companheiro

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'Proteja seus filhos, fortaleça sua rede de apoio e não enfrente isso sozinha', aconselha Rosiane - @rosianepinheiro no Instagram

Conhecida nacionalmente como uma das integrantes da Gang do Samba e musa da Copa do Mundo 1998, Rosiane Pinheiro, 51, usou as redes sociais para relatar os impactos de um relacionamento abusivo que, segundo ela, continuaram mesmo após o término. Em um vídeo publicado na internet na segunda-feira (15), a dançarina afirmou que precisou mudar de endereço seis vezes em dois anos para tentar escapar da perseguição de um ex-companheiro.

Ex-participante de A Fazenda 14, da Record, Rosiane contou que chegou a obter uma medida protetiva na Justiça, mas diz que o documento não foi suficiente para impedir as investidas do ex-parceiro. Segundo seu relato, ele descumpria as determinações judiciais, mantinha contato constante por telefone e aparecia nos locais onde ela passava a morar.

“Quem me vê sorrindo e dançando hoje não imagina o medo que já carreguei no peito”, afirmou. A artista descreveu o período como um pesadelo marcado por insegurança e mudanças frequentes de rotina. “Mesmo com a Justiça do meu lado, ele não respeitava o afastamento.”

A dançarina relatou que, a cada mudança de endereço, o ex-companheiro conseguia descobrir onde ela estava. “Em dois anos, me mudei seis vezes. E, nas seis vezes, a pessoa vinha parar na minha porta”, disse. Segundo ela, ao procurar ajuda, nem sempre sentia que suas denúncias eram levadas a sério. “Quando eu ligava, ainda perguntavam se eu tinha certeza.”

Diante da situação, Rosiane Pinheiro afirmou que passou a adotar medidas extras de segurança. Ela se mudou para condomínios fechados, instalou câmeras de monitoramento e buscou morar próxima a empresas de vigilância para tentar reduzir os riscos.

No desabafo, a ex-dançarina também fez um alerta a mulheres que enfrentam situações semelhantes e de violência doméstica. Segundo ela, é fundamental buscar ajuda o quanto antes e construir uma rede de apoio. Rosiane contou ainda que, durante o relacionamento, tinha restrições ao próprio dinheiro e aos cartões bancários, o que dificultava qualquer tentativa de sair de casa.

“Proteja seus filhos, fortaleça sua rede de apoio e não enfrente isso sozinha”, aconselhou. Para ela, embora a medida protetiva seja uma ferramenta importante, outras formas de proteção e suporte podem ser necessárias para garantir a segurança das vítimas.

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